Quase desisto de comer caranguejos. Todo mundo estava dizendo que não havia bons caranguejos na cidade, que a época não era a melhor para consumí-los, pois estão pequenos. Além disso, os bichinhos andam morrendo por conta de algum mal súbito não identificado nos mangues, o que gerou até matéria no jornal A Tarde. Insisti. A boa surpresa foi que os exemplares vieram de bom tamanho, bem maiores que os normalmente encontrados em Salvador.
Crônicas e comentários de Danilo Menezes. Jornalista brasileiro da Bahia, atualmente morando em Toronto, Ontario, Canada.
30.12.03
Natal em Ilhéus O bom senso imperou na ceia: nada de peru. Meu tio L. fez um pernil de porco assado, gigantesco e delicioso. Marinado no vinho branco, ficou uma delícia. Além disso, uma bela salada de batatas com maionese e camarões.
Revi vários amigos. Tive tempo para conversar com pessoas que há tempos, com os compromissos e atribulações da vida, não parava para dedicação ao bate-papo. Só assim a gente fica sabendo das coisas. Ficar em uma praia tranquila, bebericando, dá oportunidade para a conversa aprofundada.
Quase desisto de comer caranguejos. Todo mundo estava dizendo que não havia bons caranguejos na cidade, que a época não era a melhor para consumí-los, pois estão pequenos. Além disso, os bichinhos andam morrendo por conta de algum mal súbito não identificado nos mangues, o que gerou até matéria no jornal A Tarde. Insisti. A boa surpresa foi que os exemplares vieram de bom tamanho, bem maiores que os normalmente encontrados em Salvador.
Quase desisto de comer caranguejos. Todo mundo estava dizendo que não havia bons caranguejos na cidade, que a época não era a melhor para consumí-los, pois estão pequenos. Além disso, os bichinhos andam morrendo por conta de algum mal súbito não identificado nos mangues, o que gerou até matéria no jornal A Tarde. Insisti. A boa surpresa foi que os exemplares vieram de bom tamanho, bem maiores que os normalmente encontrados em Salvador.
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