O cinema argentino atual vem produzindo excelentes trabalhos, mas não é o caso de Ilusão de Movimento, marcado por direção e montagem irregulares. Há cortes abruptos, que não proporcionam continuidade da narrativa de forma agradável. As sequências basicamente intercalam a convivência de pai e filho com as lembranças em preto-e-branco da violência da ditadura. O resultado é pífio tanto em uma situação como na outra. Arrisque por conta própria.
Crônicas e comentários de Danilo Menezes. Jornalista brasileiro da Bahia, atualmente morando em Toronto, Ontario, Canada.
28.6.05
Depois do exílio
O cinema argentino atual vem produzindo excelentes trabalhos, mas não é o caso de Ilusão de Movimento, marcado por direção e montagem irregulares. Há cortes abruptos, que não proporcionam continuidade da narrativa de forma agradável. As sequências basicamente intercalam a convivência de pai e filho com as lembranças em preto-e-branco da violência da ditadura. O resultado é pífio tanto em uma situação como na outra. Arrisque por conta própria.
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